Após o encontro entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) vê com otimismo o compromisso entre os dois países em buscar soluções equilibradas para as questões comerciais. A reunião, que aconteceu no último dia 12 de março, em Washington, foi considerada um marco importante para a relação entre Brasil e EUA.
A CNI, que representa o setor industrial brasileiro, celebrou o encontro entre os líderes dos dois países e acredita que ele pode ser um passo importante para o fim do chamado “tarifaço” imposto pelos EUA sobre produtos brasileiros. Desde 2018, o governo norte-americano vem aumentando as tarifas de importação sobre diversos produtos brasileiros, o que tem gerado prejuízos para a indústria nacional.
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou que a reunião entre Lula e Trump foi um sinal positivo de que os dois países estão dispostos a dialogar e encontrar soluções para as questões comerciais. “É muito importante que os líderes dos dois países se encontrem e discutam formas de fortalecer a relação bilateral. Acreditamos que essa aproximação pode trazer benefícios para ambos os lados”, afirmou Andrade.
Além do fim do “tarifaço”, a indústria brasileira também aposta em uma maior cooperação entre Brasil e EUA em áreas como tecnologia, inovação e investimentos. Durante o encontro, Lula e Trump discutiram a possibilidade de parcerias em projetos de infraestrutura e energia, o que pode trazer novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras.
O presidente da CNI ressaltou que a indústria brasileira está preparada para ampliar sua presença no mercado norte-americano e que a reunião entre os líderes dos dois países pode ser um impulso para esse objetivo. “Temos uma indústria forte e competitiva, capaz de atender às demandas do mercado dos EUA. Com a abertura de novas oportunidades de negócios, podemos aumentar nossa participação nesse importante mercado”, afirmou Andrade.
Além disso, a CNI também vê com bons olhos a possibilidade de um acordo de livre comércio entre Brasil e EUA. Segundo a entidade, um acordo desse tipo poderia trazer benefícios para ambos os países, como a redução de barreiras comerciais e a ampliação do comércio bilateral.
O encontro entre Lula e Trump também foi visto com entusiasmo pelo setor empresarial brasileiro. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, destacou que a reunião foi um importante passo para a retomada do diálogo entre Brasil e EUA. “É fundamental que os dois países trabalhem juntos para fortalecer suas relações comerciais e econômicas. Acredito que esse encontro pode ser o início de uma nova fase nessa parceria”, afirmou Skaf.
Além disso, a Fiesp também destacou a importância de uma maior cooperação entre Brasil e EUA em áreas como ciência, tecnologia e inovação. Segundo a entidade, essa parceria pode trazer benefícios para ambos os países, como o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de empregos.
O encontro entre Lula e Trump também foi bem recebido pelo mercado financeiro. A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) registrou alta após a reunião, refletindo o otimismo dos investidores com a possibilidade de uma maior aproximação entre Brasil e EUA. Além disso, o dólar também teve queda em relação ao real, o que pode ser um s











