Dados Globais: Resultados da Segunda Volta das Eleições Presidenciais em Portugal
No último domingo, dia 24 de janeiro, Portugal foi às urnas para escolher o próximo presidente da República. Com uma participação recorde de 60,5%, os portugueses elegeram Marcelo Rebelo de Sousa para um segundo mandato com 60,7% dos votos. Mas, além dos resultados nacionais, é importante analisar os dados globais, por concelho e a votação no estrangeiro, para entendermos melhor o panorama eleitoral do país.
Segundo os dados divulgados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a segunda volta das eleições presidenciais contou com 3.343.349 votos válidos, sendo 2.031.841 em território nacional e 1.311.508 no estrangeiro. O número de votos nulos foi de 45.510 e os votos em branco totalizaram 37.691.
Ao analisarmos os resultados por concelho, podemos observar que Marcelo Rebelo de Sousa foi o candidato mais votado em 307 dos 308 concelhos do país, com destaque para a vitória esmagadora em Lisboa, onde obteve 74,9% dos votos. Já o candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda, João Ferreira, venceu apenas em Barrancos, no distrito de Beja, com 51,7% dos votos.
No entanto, os dados mais interessantes são os referentes à votação no estrangeiro, que representa cerca de 5% do eleitorado português. Dos 1.311.508 votos contabilizados, Marcelo Rebelo de Sousa obteve 68,2%, seguido por Ana Gomes com 12,6% e André Ventura com 9,5%. É importante ressaltar que, pela primeira vez, os portugueses residentes no estrangeiro puderam votar por correspondência, o que pode ter contribuído para o aumento da participação eleitoral.
Além disso, o mapa divulgado pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna mostra que, dos 1.311.508 votos no estrangeiro, 1.276.014 foram enviados por correio e 35.494 foram depositados nas urnas em 145 consulados e embaixadas espalhados pelo mundo. A Europa foi o continente com maior número de votos, sendo que a França foi o país com maior participação, seguido por Suíça, Reino Unido e Alemanha.
No entanto, nem todos os portugueses residentes no estrangeiro tiveram a oportunidade de votar no último domingo. Devido à pandemia de COVID-19, alguns consulados e embaixadas tiveram de adiar o ato eleitoral para o próximo domingo, dia 31 de janeiro. Entre os países afetados estão o Brasil, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, entre outros.
Apesar dos desafios enfrentados, a votação no estrangeiro foi um sucesso, demonstrando a importância da participação dos portugueses que vivem fora do país nas decisões políticas. Além disso, a possibilidade de votar por correspondência facilitou o processo e permitiu que mais pessoas pudessem exercer o seu direito de voto.
Em resumo, os dados globais, por concelho e a votação no estrangeiro mostram que a segunda volta das eleições presidenciais em Portugal foi um sucesso, com uma participação recorde e a reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa como presidente da República. A votação no estrangeiro foi um marco histórico e demonstra a importância da diáspora portuguesa na construção do futuro do país. Agora, é hora de unir forças e trabalhar j









