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Lídia Jorge apela à vigilância sobre Inteligência Artificial em defesa do pensamento humano

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Lídia Jorge apela à vigilância sobre Inteligência Artificial em defesa do pensamento humano

A autora do romance “Misericórdia” (2022), Margaret Atwood, é conhecida por suas obras que exploram temas como poder, controle e opressão. Em seu mais recente livro, ela mais uma vez nos presenteia com uma história que nos faz refletir sobre a sociedade em que vivemos e o papel que a linguagem, a poética e o pensamento desempenham nela.

Em uma entrevista, Atwood afirmou que “no mundo de hoje, decomposto, à beira do estado de alucinação”, a linguagem é mais importante do que nunca. E isso fica evidente em sua obra, onde a protagonista, uma jovem chamada Misericórdia, luta para sobreviver em um mundo distópico onde a linguagem é controlada pelo governo e a verdade é constantemente distorcida.

A linguagem é uma ferramenta poderosa, capaz de moldar a realidade e influenciar a forma como vemos o mundo. E é exatamente isso que o governo em “Misericórdia” faz, manipulando as palavras para manter o controle sobre a população. Mas Misericórdia, com sua habilidade poética e pensamento crítico, se recusa a ser controlada e luta para encontrar sua própria voz em meio a um mar de mentiras e manipulações.

A poesia também desempenha um papel fundamental na história, sendo usada como forma de resistência e expressão. Misericórdia e outros personagens criam poemas secretos, que são compartilhados clandestinamente e se tornam uma forma de conexão e esperança em um mundo tão opressivo.

Mas não é apenas a linguagem que é explorada em “Misericórdia”. Atwood também nos faz refletir sobre o poder das máquinas e a vigilância constante em nossas vidas. Em um mundo onde a tecnologia está cada vez mais presente, é importante questionar até que ponto estamos dispostos a abrir mão de nossa privacidade em troca de conveniência e segurança.

E é exatamente essa falsa sensação de segurança que é difícil de desmontar em “Misericórdia”. O governo controla tudo o que é divulgado para a população, criando uma realidade distorcida e fazendo com que as pessoas acreditem em suas mentiras. É uma reflexão sobre como a verdade pode ser facilmente manipulada e como é importante estarmos atentos e questionar o que nos é apresentado.

Em um mundo cada vez mais polarizado e com uma enxurrada de informações, é essencial que tenhamos um pensamento crítico e uma vigilância constante sobre o poder das máquinas e a manipulação da linguagem. E é isso que Atwood nos mostra em “Misericórdia”, uma obra que nos faz refletir sobre a importância da liberdade de expressão e da busca pela verdade em um mundo onde a mentira é constantemente disseminada.

Além disso, a autora também nos lembra do poder da poesia e da arte como forma de resistência e expressão em tempos difíceis. Através da protagonista Misericórdia, Atwood nos mostra que mesmo em um mundo opressivo, a poesia pode ser uma forma de encontrar beleza e esperança.

Em resumo, “Misericórdia” é uma obra que nos faz refletir sobre a importância da linguagem, da poesia e do pensamento crítico em um mundo onde a verdade é constantemente distorcida e o poder das máquinas é cada vez mais presente. É um lembrete de que devemos estar atentos e questionar o que nos é apresentado, e que a arte e a poesia podem ser poderosas ferramentas de resistência e expressão. Mais do que um romance, “Misericórdia” é uma obra que nos faz refletir sobre a sociedade em que vivemos e nos motiva

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