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Juro médio no crédito livre sobe a 46,7% em novembro; cheque especial vai a 141,7%

em Economia e desenvolvimento
Tempo de leitura: 3 mins read
Juro médio no crédito livre sobe a 46,7% em novembro; cheque especial vai a 141,7%

O mercado de crédito no Brasil é um dos mais movimentados e importantes para a economia do país. Com ele, muitas pessoas conseguem realizar seus sonhos e projetos, seja comprando um imóvel, um carro ou até mesmo investindo em estudos. Porém, um dos principais fatores que influenciam nesse mercado é o juro, e recentemente, foi divulgado um dado que chamou a atenção: o juro médio no crédito livre para pessoas físicas teve um aumento de 59,4%.

De acordo com dados do Banco Central, esse aumento foi de 58,5% para 59,4%, considerando o mês de novembro. Esse aumento pode ser explicado pela taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia e serve como referência para as demais taxas de juros do mercado. Com a elevação da Selic pelo Banco Central, que atualmente se encontra em 12,25% ao ano, é natural que o juro médio do crédito acompanhe esse movimento.

Mas, apesar desse aumento, é importante ressaltar que o juro médio do crédito livre para pessoas físicas ainda é considerado alto. Comparando com outros países, como Estados Unidos e Japão, onde as taxas de juros são bem menores, podemos perceber que ainda precisamos avançar muito nessa questão. Porém, é preciso entender que a taxa de juros é influenciada por diversos fatores, e que nem sempre é possível reduzi-la de forma imediata.

Além disso, é importante destacar que esse aumento não foi uniforme em todas as modalidades de crédito. Algumas tiveram uma elevação maior, como é o caso do cheque especial, que passou de 139,5% para 141,7%. Porém, outras modalidades tiveram um aumento mais modesto, como o crédito pessoal consignado, que teve um aumento de 26,7% para 27,1%.

Apesar desse aumento, é importante ressaltar que o crédito livre para pessoas físicas teve uma redução de 5,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Essa queda é reflexo da atual situação econômica do país, com a crise política e a recessão que ainda afeta o país. Porém, é importante destacar que essa retração foi menor do que a observada no crédito para empresas, que teve uma queda de 10,5%.

Outro dado relevante divulgado pelo Banco Central é que a inadimplência no crédito livre para pessoas físicas teve uma redução de 0,2 ponto percentual em novembro, chegando a 5,8%. Esse é um bom indicativo, pois mostra que os consumidores estão conseguindo quitar suas dívidas e manter suas contas em dia.

Apesar do aumento do juro médio do crédito livre para pessoas físicas, é importante destacar que existem alternativas para conseguir taxas de juros mais baixas. Algumas delas são o consórcio, que não possui juros, e o empréstimo com garantia de imóvel ou veículo, que possui taxas mais atrativas por ter uma garantia real.

Outro ponto importante é sempre pesquisar e negociar antes de contratar um crédito. Com a concorrência entre as instituições financeiras, é possível encontrar taxas mais baixas e condições mais favoráveis. Além disso, é importante ter um planejamento financeiro e avaliar se realmente é necessário contratar um crédito, evitando assim o endividamento.

O aumento do juro médio do crédito livre para pessoas físicas é reflexo da atual situação econômica do país, mas também pode ser entendido como uma forma de controlar a inflação e garantir a estabilidade da economia. Porém, é importante que as taxas de juros sejam sempre avaliadas e melhoradas, para que os brasileiros possam ter acesso a

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