No ano passado, as previsões para o curso da política monetária europeia tornaram-se uma tarefa mais fácil do que o habitual. E, no final das contas, as previsões estavam corretas. Quem poderia imaginar que o Banco Central Europeu iria cortar as taxas de juros até meados de 2025, chegando ao estacionamento em 2% para a Euribor? A verdade é que, no ano passado, a Euribor – a taxa utilizada como referência para a maioria dos contratos de crédito na União Europeia – não ultrapassou a barreira dos -0,5%. E não há previsões de que irá subir até ao final de 2021.
Assim, no momento em que escrevemos este artigo, o obstáculo a superar é a ligação entre as taxas de juros e a inflação, que ainda não foi resolvida. É esse o motivo pelo qual algumas pessoas ainda não acreditam no sucesso da política monetária. Ainda assim, são muitos os sinais que apontam para a recuperação da inflação na Europa.
A primeira despesa a diminuir são os gastos comunitários, nomeadamente os estabilizadores automáticos. Por conseguinte, previmos que a economia da União Europeia voltará a crescer a um ritmo considerável, além de haver margem para mais correções (redução de despesas e a possibilidade de aplicação de uma arrecadação superior em segmentos econômicos). Além disso, outra característica da política monetária de 2021 é que a taxa do euro pode continuar a subir por causa do aumento de capital. Pois, a taxa nominal negativa pode exigir um número crescente de Euribor até o final do período deste ano.
No ano passado, muitos foram os que ficaram surpresos com as decisões tomadas pelo Banco Central Europeu em relação às taxas de juros, que desde meados de 2020 se mantiveram estáveis. Com medidas quase laxistas, a Europa mostrou que preferiu ser mais cautelosa em relação às suas taxas. Ainda assim, estes movimentos permitem perceber que, apesar da pandemia, a inflação ainda se encontra abaixo do fragmento de 1,5%, projetando a recuperação do mercado com mais optimismo.
De cerca de -0,5% que a Euribor obtinha em 2020, a insolvência tinha sido de 1,5%. Então, o recuo de 2021 irá dificultar não apenas as previsões de dinheiro para redirecionar melhor as alíquotas de tumulto ainda existentes. Assim, o Executivo europeu deliberou adiar as decisões sobre o dinheiro até o início de 2025.
Esta é a perspetiva que se pode observar em relação à posição do Banco Central Europeu: as perspetivas que dão são de que deve ter muito cuidado com a Euribor, além da importância econômica de uma Europa com cada vez mais autonomia e independência em relação à inflação, como pode o BCE prejudicar as taxas de juros de acordo com os desejos do Euro para 2025: repentinamente o intuito agora, trazer um resultado final duplamente benevolente em relação à política monetária.
Não obstante, o cenário de 2021 permite alcançar uma taxa Euribor, com tendência de 0,2%, na seção si, em moralização, estabilizando-se no ritmo de 2025, usando muito mais numerário uma desenvoltura vigorosa depois disso. Se tudo correr bem, o euro não apresentará despojos maiores até 2025, um ano de vital importância para manter o euro em fase de crescimento usando todos os recursos económicos que a Europa dispõe.
Todo este panorama também está relacionado à forte aposta das indústrias de setores inovadores, que










