A violência doméstica é um dos maiores problemas sociais da atualidade, afetando milhões de mulheres em todo o mundo. A agressão física, verbal e psicológica de parceiros íntimos é uma realidade triste e assustadora que precisa ser combatida de forma urgente. Felizmente, existem pessoas que se dedicam a ajudar as vítimas a superar essas situações traumáticas e recuperar a autoestima. Uma dessas pessoas é a cirurgiã plástica Dra. Andrea Ziolek, que se notabilizou por reconstruir as faces de mulheres agredidas.
Com mais de 20 anos de experiência na área da cirurgia plástica, Dra. Andrea Ziolek é uma profissional renomada que atua em uma clínica privada em São Paulo. No entanto, foi sua atuação em um projeto de reconstrução facial para vítimas de violência doméstica que a levou a ser reconhecida internacionalmente. Através da parceria com um hospital público, a Dra. Andrea realiza cirurgias de forma gratuita para mulheres que sofreram lesões graves no rosto devido à violência doméstica.
Em uma entrevista exclusiva, a Dra. Andrea compartilhou sua experiência e opiniões sobre a violência doméstica e sua atuação nesse projeto tão importante. Em primeiro lugar, ela ressalta que a violência doméstica é um problema que afeta todas as classes sociais, independente de raça, idade ou classe social. Segundo ela, não é possível apontar apenas um perfil de vítima ou agressor, pois a violência doméstica pode acontecer em qualquer lugar e com qualquer pessoa.
No entanto, a Dra. Andrea destaca que a maioria das mulheres que procuram sua ajuda são de baixa renda e muitas vezes não têm condições de arcar com uma cirurgia plástica. Por isso, ela decidiu oferecer seu trabalho de forma gratuita, como uma forma de ajudar essas mulheres a recuperarem sua aparência e autoestima. Mas seu trabalho vai além da parte física. A Dra. Andrea também oferece suporte psicológico às pacientes, que muitas vezes precisam lidar com traumas emocionais profundos.
Questionada sobre o que a motivou a iniciar esse projeto, a cirurgiã plástica respondeu que foi a vontade de fazer a diferença. “Eu me coloco no lugar dessas mulheres, imagino como seria difícil lidar com uma cicatriz no rosto e, mais do que isso, como seria difícil enfrentar a sociedade que muitas vezes nos julga pela aparência”, disse ela. A Dra. Andrea acredita que sua profissão é uma forma de ajudar essas mulheres a se sentirem mais confiantes e seguras consigo mesmas.
Além de seu trabalho na clínica e no projeto de reconstrução facial, a Dra. Andrea também é uma defensora dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero. Ela acredita que a luta contra a violência doméstica deve começar na escola, através da educação. Para a cirurgiã plástica, é fundamental que crianças e adolescentes sejam educados desde cedo sobre o respeito e a igualdade entre os gêneros. “A violência doméstica começa muitas vezes na infância, com a perpetuação de estereótipos de gênero e a falta de respeito pelo outro”, afirma ela.
Por isso, a Dra. Andrea acredita que é essencial que os temas de igualdade e respeito sejam abordados nas escolas, para que as crianças cresçam conscientes de seus direitos e deveres. Além disso, é importante que existam políticas públicas efetivas para combater a violência doméstica e garantir a proteção das vítimas. A Dra. Andrea também ressalta








