O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa reforçou a importância do quadro legal que rege as eleições presidenciais, após o seu adversário André Ventura ter sugerido um adiamento da segunda volta devido às condições climáticas adversas.
Em uma entrevista recente, Ventura, candidato do partido Chega, argumentou que o mau tempo previsto para o dia da segunda volta das eleições, 24 de janeiro, poderia afetar a participação dos eleitores e, portanto, seria mais sensato adiar a votação. No entanto, Rebelo de Sousa, atual presidente e candidato à reeleição, enfatizou que o quadro legal já prevê medidas para lidar com situações como essa.
De acordo com a legislação eleitoral portuguesa, em caso de condições meteorológicas extremas, como tempestades ou nevascas, as autoridades eleitorais podem adiar a votação para um dia posterior, desde que seja dentro de um período de 15 dias após a data original. Isso garante que os cidadãos tenham a oportunidade de exercer seu direito de voto, independentemente das condições climáticas.
Além disso, o presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), João Tiago Machado, também esclareceu que o adiamento da votação é uma decisão que cabe às autoridades eleitorais e não aos candidatos. Ele ressaltou que a CNE está preparada para lidar com qualquer situação imprevista e garantir que as eleições ocorram de forma justa e transparente.
É importante lembrar que as eleições presidenciais são um momento crucial para a democracia portuguesa. É quando os cidadãos têm a oportunidade de escolher quem irá liderar o país pelos próximos cinco anos. Portanto, é fundamental que o processo eleitoral seja realizado de forma livre, justa e sem interferências.
Neste sentido, o candidato Rebelo de Sousa também destacou a importância de respeitar as regras e os prazos estabelecidos pelo quadro legal. Ele enfatizou que é necessário garantir a estabilidade e a segurança do processo eleitoral, para que os eleitores possam exercer seu direito de voto sem quaisquer obstáculos.
Além disso, o presidente em exercício também reforçou a importância de seguir as medidas de segurança sanitária em meio à pandemia de COVID-19. Ele enfatizou que a saúde dos cidadãos é uma prioridade e que todas as precauções serão tomadas para garantir que as eleições ocorram de forma segura e responsável.
Em um momento em que o país enfrenta desafios sem precedentes, é essencial que as eleições presidenciais ocorram de forma tranquila e respeitosa. Os candidatos devem se concentrar em apresentar suas propostas e ideias para o futuro de Portugal, em vez de tentar influenciar o processo eleitoral de forma inadequada.
Portanto, é louvável que o candidato Rebelo de Sousa tenha enfatizado a importância do quadro legal e da integridade do processo eleitoral. Isso demonstra seu compromisso com a democracia e com o bem-estar dos cidadãos portugueses.
Em suma, as eleições presidenciais devem ser um momento de união e respeito pela democracia. E cabe a todos, candidatos e eleitores, garantir que esse processo seja realizado de forma justa e transparente, seguindo as regras estabelecidas pelo quadro legal. Que vença o melhor candidato e que Portugal continue avançando rumo a um futuro promissor.



