No último dia 7 de novembro, o candidato presidencial apoiado pelo partido Chega, André Ventura, regressou às áreas afetadas pela tempestade Kristin, que atingiu o país no final de outubro. Durante sua visita, Ventura carregou nas críticas ao Governo e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Em declarações à imprensa, o candidato não poupou palavras para expressar sua indignação com o silêncio do Presidente da República em relação à situação das áreas afetadas pela tempestade. “Não concebo como é que o Presidente da República está em silêncio diante de uma situação tão grave. É inadmissível que ele não tenha se pronunciado sobre o assunto”, afirmou Ventura.
Além disso, o candidato também lamentou a ida de Marcelo Rebelo de Sousa ao Vaticano, considerando que o chefe de Estado deveria estar presente no país para acompanhar de perto a situação e prestar apoio às comunidades afetadas. “Enquanto o país enfrenta uma crise, o Presidente da República está em viagem ao Vaticano. Isso é no mínimo preocupante”, acrescentou Ventura.
No entanto, as críticas de André Ventura não se limitaram apenas ao Presidente da República. O candidato também apontou o dedo ao ministro da Coesão Territorial, Pedro Nuno Santos, acusando-o de “desleixo” e “incapacidade” no tratamento da situação. Segundo Ventura, as declarações do ministro, que afirmou que os danos causados pela tempestade não eram “significativos”, são um “insulto” às pessoas afetadas.
As declarações de André Ventura geraram polêmica e dividiram opiniões. Enquanto alguns apoiaram as críticas do candidato, outros consideraram suas palavras como oportunismo político. No entanto, o que não se pode negar é a gravidade da situação nas áreas afetadas pela tempestade Kristin e a necessidade de ações efetivas por parte do Governo.
De fato, as imagens que chegam dessas regiões são chocantes e mostram a destruição causada pela tempestade. Casas destruídas, estradas intransitáveis, famílias desalojadas e comunidades isoladas são apenas alguns dos problemas enfrentados pelas pessoas que vivem nessas áreas. E é nesse contexto que o silêncio do Presidente da República e as declarações do ministro da Coesão Territorial são ainda mais preocupantes.
Em momentos de crise, é fundamental que as autoridades estejam presentes e atuantes, prestando apoio e solidariedade às comunidades afetadas. É preciso que sejam tomadas medidas efetivas para minimizar os danos causados pela tempestade e para garantir a segurança e o bem-estar das pessoas. E, acima de tudo, é preciso que haja empatia e sensibilidade por parte das autoridades, que devem estar ao lado da população nesse momento difícil.
Por isso, é lamentável que o Presidente da República e o ministro da Coesão Territorial tenham se mantido em silêncio e tenham feito declarações que minimizam a gravidade da situação. É preciso que eles entendam que, mais do que uma questão política, estamos falando de vidas humanas e de comunidades inteiras que estão sofrendo.
Diante disso, é importante que a sociedade se una em solidariedade e apoio às áreas afetadas pela tempestade Kristin. É preciso que cada um faça sua parte, seja através de doações, voluntariado ou simplesmente prestando auxílio às pessoas que precisam. E é preciso também que as autoridades tomem medidas efet







