A prática é uma palavra que pode ter diferentes significados, dependendo do contexto em que é utilizada. No entanto, quando se trata de relacionamentos e sexualidade, a prática tem uma conotação muito específica e importante. Nos últimos anos, temos visto um aumento no número de pessoas que se identificam como “incels”, mas o que muitos não sabem é que a prática tem uma diferença crucial em relação a esse grupo.
Para entender melhor essa diferença, é importante primeiro entender o que é um “incel”. O termo é uma abreviação de “involuntarily celibate”, que em português significa “celibato involuntário”. Essa comunidade é composta por homens que se consideram incapazes de encontrar um parceiro sexual ou romântico, e que culpam as mulheres e a sociedade por sua situação. Eles acreditam que são vítimas de uma injustiça e que merecem ter acesso ao sexo e ao amor.
Por outro lado, a prática é um termo que se refere a um estilo de vida escolhido por algumas pessoas. Aqueles que se identificam como praticantes optam por não se envolver em relacionamentos ou atividades sexuais, seja por motivos religiosos, pessoais ou simplesmente por escolha. Diferente dos incels, os praticantes não se sentem frustrados ou ressentidos por sua situação, mas sim satisfeitos e felizes com sua decisão.
Uma das principais diferenças entre os incels e os praticantes é a forma como encaram a sexualidade. Enquanto os incels veem o sexo como um direito e uma necessidade, os praticantes o veem como uma escolha e uma forma de expressão pessoal. Para os incels, a falta de atividade sexual é vista como uma falha e uma fonte de vergonha, enquanto para os praticantes é uma decisão consciente e respeitada.
Além disso, os incels tendem a culpar as mulheres e a sociedade por sua situação, enquanto os praticantes assumem a responsabilidade por suas escolhas e não colocam a culpa em ninguém. Os incels também costumam ter uma visão negativa e misógina das mulheres, enquanto os praticantes respeitam e valorizam a liberdade e a autonomia feminina.
Outra diferença importante é a forma como esses dois grupos lidam com a solidão. Enquanto os incels se sentem solitários e isolados, os praticantes encontram satisfação e plenitude em sua própria companhia. Eles não veem a solidão como algo negativo, mas sim como uma oportunidade de se conhecer melhor e se desenvolver como indivíduos.
É importante ressaltar que a prática não é uma escolha exclusiva de homens ou mulheres, e também não está ligada a nenhuma orientação sexual específica. Há praticantes de todas as identidades de gênero e orientações sexuais, e o que os une é a decisão consciente de não se envolver em relacionamentos ou atividades sexuais.
É compreensível que muitas pessoas possam confundir a prática com o celibato involuntário, já que ambos envolvem a ausência de atividade sexual. No entanto, é crucial entender que a prática é uma escolha positiva e consciente, enquanto o celibato involuntário é uma situação frustrante e muitas vezes prejudicial para a saúde mental.
É importante também não julgar ou menosprezar aqueles que se identificam como incels. Muitos deles podem estar passando por problemas emocionais e psicológicos que precisam ser tratados com empatia e compaixão. No entanto, é fundamental reconhecer que a prática é uma escolha saudável e respeitá-la como tal.
Em resumo, a prática tem uma diferença crucial dos já conhecidos incels. Enquanto os incels se sentem











