Mariana Mortágua, deputada do Bloco de Esquerda, anunciou recentemente que o Estado português irá receber a quantia de 335,2 milhões de euros decorrente de fundos europeus não utilizados. Segundo a deputada, esta conquista só foi possível graças a um “encontro de vontades” entre diferentes setores da sociedade, como partidos políticos, organizações e autarquias, que não desistiram e trabalharam em conjunto para recuperar esses fundos.
A notícia foi recebida com grande entusiasmo e otimismo, pois representa uma importante vitória para o país. Com uma gestão eficiente e responsável desses fundos, será possível investir em áreas prioritárias e promover o desenvolvimento económico e social do país.
Mas como foi possível chegar a este resultado? Mariana Mortágua relembrou que, inicialmente, Portugal tinha um total de 1,5 mil milhões de euros de fundos europeus que não foram utilizados no período de 2007 a 2013. Este valor foi reduzido para 335,2 milhões de euros graças ao trabalho conjunto de várias entidades.
Em primeiro lugar, é importante destacar a atuação dos partidos políticos. Estes demonstraram uma rara união de esforços e deixaram de lado as suas diferenças ideológicas e políticas em prol do benefício comum. O consenso político foi fundamental para alcançar este objetivo e mostra que é possível trabalhar em conjunto pelo bem do país.
A sociedade civil também teve um papel fundamental neste processo. Organizações e associações não desistiram, mesmo perante a burocracia e obstáculos. Mobilizaram-se e trabalharam em conjunto com os partidos políticos, apresentando propostas e reivindicando a utilização destes fundos para projetos que beneficiassem a população.
As autarquias também tiveram uma importante participação neste processo. Os municípios demonstraram uma grande capacidade de gestão e elaboraram projetos que foram determinantes para a recuperação destes fundos. Mostraram liderança e empenho em encontrar soluções para que estes recursos não fossem perdidos, reconhecendo a sua importância para o desenvolvimento regional.
Este encontro de vontades foi crucial para recuperar uma parte significativa dos fundos europeus não utilizados. A atuação conjunta de diferentes setores da sociedade é um exemplo claro de que, quando existe um objetivo comum, é possível ultrapassar barreiras e alcançar grandes conquistas.
A recuperação destes fundos vem em boa hora, especialmente num momento em que o país enfrenta um período difícil devido à pandemia do COVID-19. Os recursos serão utilizados para financiar projetos que têm como objetivo a criação de emprego, o desenvolvimento económico e social, a inovação e a sustentabilidade do país.
É importante destacar que este resultado não é fruto do acaso, mas sim do trabalho árduo e da perseverança de todos os envolvidos. Portugal tem demonstrado, ao longo dos anos, uma grande capacidade de execução e implementação de políticas públicas, bem como de gestão de fundos comunitários. Esta conquista é mais uma prova da determinação e da competência das entidades responsáveis pela gestão destes recursos.
Mas o sucesso não pode ser apenas visto através de números. A recuperação destes fundos é também uma prova de que a democracia portuguesa está cada vez mais forte e consolidada. A capacidade de diálogo e de ação conjunta entre diferentes setores da sociedade é um sinal de maturidade e de respeito pela vontade popular.
Em síntese, a declaração de Mariana Mortágua é, sem dúvida, motivo de grande orgulho e esperança para todos os portugueses. A conquista destes fundos é um exemplo claro de que, quando se trabalha









