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Mariana Mortágua diz que SNS não está melhor do que há um ano

em Visão política
Tempo de leitura: 3 mins read
Mariana Mortágua diz que SNS não está melhor do que há um ano

Mariana Mortágua, deputada do Bloco de Esquerda (BE), tem sido uma voz ativa na luta por uma sociedade mais justa e igualitária em Portugal. Em uma de suas recentes declarações, ela defendeu que o BE não quer um país onde o povo disputa migalhas, e sim um país onde os ricos são taxados de forma justa. Essa afirmação gerou um grande debate na sociedade portuguesa e trouxe à tona a discussão sobre a desigualdade social e a necessidade de medidas mais efetivas para combatê-la.

A questão da desigualdade social não é algo novo em Portugal, mas tem se agravado nos últimos anos. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o país possui uma das maiores taxas de desigualdade da Europa, com uma diferença significativa entre os rendimentos dos mais ricos e dos mais pobres. Além disso, a crise econômica e a pandemia de COVID-19 aprofundaram ainda mais essa desigualdade, deixando milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade e pobreza.

Nesse contexto, Mariana Mortágua defende que é necessário taxar os ricos para que haja uma distribuição mais justa de renda e recursos. Segundo ela, não é justo que uma pequena parcela da população detenha a maior parte da riqueza do país, enquanto a maioria luta para sobreviver com salários baixos e condições precárias. Para a deputada, é preciso que os mais privilegiados contribuam de forma mais significativa para a sociedade, através de uma tributação mais justa e progressiva.

Essa posição do BE tem gerado críticas por parte de alguns setores da sociedade, que alegam que taxar os ricos seria uma forma de punir o sucesso e a meritocracia. No entanto, Mariana Mortágua e o partido defendem que a tributação justa não é uma forma de punição, mas sim uma forma de garantir que todos contribuam de acordo com sua capacidade financeira. Além disso, a deputada ressalta que a desigualdade social não é resultado apenas de mérito individual, mas também de um sistema econômico e político que favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres.

Outro ponto importante levantado por Mariana Mortágua é a necessidade de investimentos em políticas sociais para combater a desigualdade. Segundo ela, é preciso que o Estado assuma um papel mais ativo na promoção da igualdade, através de medidas como a criação de empregos, o aumento do salário mínimo e a garantia de acesso a serviços básicos de qualidade para todos. Para isso, é necessário que haja recursos suficientes, e a taxação dos mais ricos seria uma forma de garantir esses recursos.

Além disso, a deputada também defende que a tributação dos mais ricos pode ser uma forma de combater a corrupção e a evasão fiscal. Muitas vezes, os mais ricos utilizam de mecanismos legais e ilegais para sonegar impostos e aumentar ainda mais sua riqueza, enquanto a maioria da população arca com o peso dos impostos. Com uma tributação mais justa e efetiva, seria possível reduzir essas práticas e garantir que todos contribuam de forma igualitária para a sociedade.

É importante ressaltar que a proposta de taxação dos ricos do BE não é uma medida isolada, mas sim parte de um conjunto de políticas que visam promover a justiça social e a igualdade. Além disso, essa medida não seria uma forma de resolver todos os problemas sociais do país, mas sim um passo importante na direção de uma sociedade mais justa e igualitária. A deputada Mar

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