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Marlene: “Eu faço a cozinha que eu quero com o que eu quero”

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Marlene: “Eu faço a cozinha que eu quero com o que eu quero”

Na noite de 18 de novembro, o mundo gastronômico português foi prestigiado com a gala Michelin, um evento que anualmente destaca os melhores restaurantes e chefs do país. Este ano, o evento trouxe ainda mais destaque, com a entrega de oito novas estrelas para estabelecimentos lusitanos. Mas, com a crescente importância do guia Michelin, uma dúvida paira no ar: será que o negócio é quem mais ordena na cozinha?

Para esclarecer essa questão, quatro renomados chefs portugueses foram ouvidos e compartilharam suas opiniões em relação à influência dos negócios na culinária. Eles são: Vítor Sobral, do restaurante Tasca da Esquina; André Magalhães, do restaurante Taberna Fina; Tiago Bonito, do hotel Largo do Paço; e José Avillez, do restaurante Belcanto, que alcançou a sexta estrela nesta edição do guia.

Vítor Sobral, conhecido por seu talento à frente da Tasca da Esquina e do Peixaria da Esquina, afirma que “o importante é fazer a comida com amor e dedicação”. Para ele, a qualidade dos ingredientes e o carinho no preparo são essenciais para uma boa refeição. Porém, ele também reconhece que o negócio é importante para a sobrevivência dos restaurantes. “Sem a parte comercial, o negócio não se sustenta. Mas deve ser uma equação equilibrada, onde a qualidade não seja sacrificada em prol dos lucros”, acrescenta Sobral.

André Magalhães, proprietário do Taberna Fina, com uma estrela Michelin, acredita que a cozinha é uma arte e não pode ser subordinada ao lucro. “O importante é criar um conceito e um ambiente que combine com a comida. Assim, o negócio e a cozinha caminham juntos, mas sem perder a identidade”, afirma o chef.

Porém, Tiago Bonito, distinguido com uma estrela Michelin pelo trabalho no Largo do Paço, alerta para a necessidade de encontrar um equilíbrio entre finanças e gastronomia. “Ser cozinheiro é uma paixão, mas se não dá para viver do que se gosta, fica complicado continuar. É preciso verificar os investimentos e também a viabilidade do negócio”, explica Bonito.

José Avillez, um dos maiores nomes da gastronomia portuguesa e dono de seis estrelas no guia Michelin, acredita que é possível conciliar o sucesso comercial e a qualidade culinária. “O negócio é importante, mas a nossa vida é feita de paixões. Devemos ter paixão pelo que fazemos e nunca esquecer a essência da cozinha”, enfatiza Avillez.

Para além das opiniões dos chefs, é importante destacar que a culinária é uma união de vários fatores. A qualidade da comida, o ambiente, o atendimento, a criatividade, tudo isso é levado em conta pelos inspetores do guia Michelin. Mas, sem dúvidas, a qualidade da comida é a prioridade.

O guia Michelin é conhecido por padronizar a avaliação de restaurantes em todo o mundo, com a sua icônica classificação de estrelas. Mas, segundo os chefs ouvidos, esta padronização não pode tirar a individualidade e a essência da culinária portuguesa. Cada chef deve encontrar o seu caminho, com um olhar crítico sobre o negócio, sem deixar de lado seu amor pela gastronomia.

E no caso específico de Portugal, os chefs são unânimes em concordar que a influência dos negócios na cozinha é mínima em comparação com outros países. “A

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